terça-feira, 25 de fevereiro de 2014


Ficha de Avaliação 



PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM – PDA
AUTO AVALIAÇÃO/ SEMESTRE: 2013.2
NOME/ TURMA/ TURNO: Vanessa Carvalho da Silva / Turma: 2010.1 / Turno: manhã
01
Questionamento
SIM
NÃO
Às vezes
02
Consegui ser pontual, dentro do possível?
x


03
Fui assíduo?
x


04
Estive atento na hora da aula?
x


05
Entreguei trabalho em dia marcado
x


06
Colaborei com minha turma e colegas?
x


07
Dei minha opinião respeitando a dos outros?
x


08
Estudei os textos sugeridos?
x


09
Li sobre o assunto indo além do que foi sugerido?
x


10
Fui capaz de desenvolver meu trabalho com autonomia?
x


11
Tomei a iniciativa de apresentar novas ideias propostas?
x


12
Adquiri conhecimentos?
x


13
Sou capaz de aplicar o que aprendi na minha vida prática?
x


14
Escrevo com clareza e correção?
x


15
Consigo solicitar a ajuda da professora quando necessário?
x



Acho que meu esforço este bimestre poderá ser traduzido pela seguinte nota: ____9,5___
O que tenho ainda a dizer...

Que aprendi muito com essa disciplina, pois Educação e Sexualidade fazem parte do nosso cotidiano e deve estar presente no contexto escolar para desenvolver a compreensão dos educandos quanto à diversidade de gênero, assim como outras temáticas que poderão ser abordadas nesse âmbito. Agradeço a professora Ana Raquel por ter proporcionado uma visão mais ampla sobre esse tema e ter contribuído para o desempenho deste que despertou a curiosidade de toda a turma com as questões propostas em sala. Enfim, concluo que devemos respeitar as diferenças de cada ser humano sem julgar antes de conhecer, pois cada vida possui realidades diferentes.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

ANÁLISE CRÍTICA AO PROGRAMA BIG BROTHER BRASIL 2014 RELACIONADO À SEXUALIDADE.

 O Big Brother Brasil, é um programa que expõe a sexualidade dos participantes onde os mesmos não têm a liberdade para tomar banho, nem a privacidade das decisões sexuais, elas estão visíveis nas redes sociais.  
Esse programa exibe as mulheres que se beijam, homens que mostram seus corpos sem se importar se é algo seu.  Porém os telespectadores parecem gostar do que estão assistindo, pois a audiência do programa é grande, e os corpos dos integrantes da casa parecem mais um troféu exibicionista onde quase toda sociedade tem acesso. O que é que as pessoas não fazem por dinheiro hein?
O programa parece ser artificial não envolve privacidade, nem sensibilidade, não é um programa educativo porque ele não traz conhecimento onde possa ser trabalhado em sala de aula. Mais porque tantos jovens e adultos e até mesmo crianças assistem? Por que tem audiência? Cabe aos pais escolher programas educativos que envolvam o ensino e aprendizagem dos seus filhos.   
             Acredito que para ser feliz não é necessária tanta exibição do corpo, pois o corpo acaba ficando sem valor moral e intelectual.
 Por outro lado, o romance das duas mulheres do mesmo sexo, está mostrando a realidade do mundo que vivemos na sociedade contemporânea. Somos obrigados a respeitar as diferenças que se inserem no mundo moderno e se adaptarmos a essa nova realidade, pois são seres humanos que escolheram viver de tal maneira a sua sexualidade.
Viver a sexualidade é uma escolha de cada ser humano é um gosto, talvez uma necessidade. Lamenta-se, por alguns indivíduos não saber valorizar sua conduta como cidadãos, pois muitos fazem do corpo uma mercadoria.
   


Educação e Sexualidade - Resumo do texto: Violência sexual: caracterização e análise de casos revelados na escola.

A violência sexual é um termo ocorrido na vida de crianças e adolescentes, que vem se tornando cada vez mais abrangente, principalmente, por parte de familiares e pessoas conhecidas.
Segundo Gabel (1997), o abuso, indica etimologicamente, inadequação do uso normal, mau uso, uso excessivo, ultrapassagem de limites e transgressão. O mesmo autor aponta que a análise terminológica tem originado críticas quanto ao uso de expressão "abuso sexual", advinda da tradução do inglês sexual abuse, em que estaria implícito um uso sexual permitido de crianças e adolescentes por adultos. Assim, o abuso seria, o uso sexual de crianças e adolescentes além do permitido. Sendo dessa maneira a expressão "abuso sexual" opta-se pela expressão "violência sexual" por julgá-la mais adequada para abranger as dimensões da vitimização sexual.
A vítima de violência sexual está exposta a diferentes riscos, que comprometem a saúde física e mental (Neves, Ramirez e Brum, 2004). As consequências dessa violência podem ser devastadoras e também duradouras. A mesma está voltada para as alterações resultantes do impacto da vitimização sexual que seriam úteis para a sua identificação. E existem vários sintomas que podem aparecer na infância e até mesmo se estender pela a vida adulta tais como: depressão, transtorno de estresse, sentimentos de culpa, entre outros.
Segundo Lisboa (2002), revela um fator muito importante quando há um enfrentamento de um problema de violência sexual. São relações interpessoais, que coexistem questões de hierarquia e poder, assim como outros fatores. As vítimas que sofrem por violência sexual passam a desenvolver várias deficiências inadequadas que afetam o processo de aprendizagem e de estabelecimento de relações sociais, diminuindo dessa maneira a revelação do que sofreu com a violência.
A escola deve se comprometer com fatores que tendem a diminuir o índice de violência sexual, contribuindo com estratégias adaptadas para as vítimas, desenvolvendo um vínculo de confiança que possam favorecer alterações no comportamento do aluno.
Portanto, cabe ao educador assim como todos os profissionais que integram o espaço escolar, conhecer sobre essa temática, observar e perceber o que ocorrem com as crianças e os adolescentes que compõe este local, para que dessa forma possam ajudar as vítimas da violência sexual a solucionar tais problemas que venham desmotivar e denegrir a conduta pessoal dos alunos, promovendo oportunidades que possam desenvolver o relacionamento social e compreender a aceitação das diferenças interpessoais de cada ser.  


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Aula do dia 07/02/2014


Orientação Sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais

Esse foi um dos temas discutido na aula passada do dia 07/02/2013 e a professora Ana Raquel nos pediu que através da leitura do texto dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Orientação Sexual, nós graduandos do curso de pedagogia com base na disciplina de Educação e Sexualidade fizéssemos um resumo; que estará descrito abaixo:

O tema da sexualidade está na "ordem do dia" da escola e atualmente, a sexualidade abrange diversos espaços escolares abordando gênero e diversidade no âmbito escolar.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a sexualidade é um tema transversal, a fim de disseminar-se por todo campo pedagógico e irradiar seus efeitos em domínios os mais heterogêneos, dentre outros, na Educação Física.
A escola é apontada muitas vezes como espaço importante de prevenção ao se tratar de sexualidade por veicular informações sobre: como evitar gravidez, proteger-se de doenças sexualmente t ransmissíveis, entre outros. Porém, cabe a família juntamente com a escola orientar crianças, adolescentes e jovens sem perspectivas de vida, para contribuírem com o desenvolvimento desses indivíduos levando-os a atribuírem um pensamento reflexivo de forma educacional no sentido de valorizar o seu próprio comportamento e conduta.
A nova tecnologia do sexo surgida no século XIX, se desenvolveu ao longo de três eixos: o da pedagogia, o da medicina e o da demografia. Segundo ALTAMANN  Helena, o sexo passa a ser negócio de Estado e, para que ele seja administrado, todo o corpo social e quase cada um de seus indivíduos são convocados a  posicionarem-se em vigilância. Desenvolvido a toda tecnologia da vida política, o sexo faz parte das disciplinas do corpo que permite um exercício de micro poder pertencente à regulação das populações tornando-se individualidade à vida do corpo e à vida da espécie.
No Brasil em decorrer dos anos 20 e 30 ocorreram os problemas de "desvios sexuais" deixando de serem percebidos como crimes passando a serem concebidos como doenças sendo assim, a escola torna-se um espaço de intervenção preventiva da medicina higiênica cuidando da sexualidade de crianças e adolescentes a fim de que produzam comportamentos normais.
A orientação sexual deve estar presente no âmbito escolar do sistema educacional, impregnando toda àrea do conhecimento não apenas da Educação Física, mas também de todas as disciplinas do conhecimento que atribuam questões relacionadas ao tema. Intensificando os conteúdos para que possam favorecer a compreensão do ato sexual relacionados à manifestação da sexualidade.

Contudo, o trabalho de Orientação Sexual visa desvincular os preconceitos e tabus da sexualidade apontando como algo ligado ao prazer à vida entre cada ser, por isso não deve ser punido e nem proibido no ambiente escolar mas intervir nesse espaço concebendo uma função transversal que possa atravessar as fronteiras disciplinares do conhecimento.    

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Educação e Sexualidade­
Aula do dia 13/12/2013

Iniciada já com uma dinâmica para descontração uma teia de aranha fizemos na sala onde esse entrelaçamento feito com um barbante apresentava cada uma de nós alunas as qualidades e admirações que sentimos por cada pessoa escolhida na teia, na verdade expomos os sentimentos que temos por cada uma. Foi muito agradável essa aula até algumas lágrimas correram por nossos  olhares de tanta emoção,pois é o fim do curso está chegando e essa aula, já nos deixou com o sentimento de saudades.
Em seguida, a turma foi dividida por grupos de 4 pessoas para fazermos a leitura dos estudos de caso. Depois da leitura discutimos o tema e apresentamos na sala.
O nosso tema dos estudos de caso foi sobre: (Exibir os Genitais) - que coisa não!!!!!!!!!!! Pois é o nosso estudo de caso dizia assim: Basta uma visita chegar e Vítor um menino de 4 anos vai para o quarto tira a roupa e faz uma “entrada triunfal” na sala, totalmente nu.
A professora nos pediu para dar um título a cada caso estudado e refletirmos nós, como futuras pedagogas, como agiríamos diante dessa situação?  O título que nós sugerimos foi: TODO MUNDO NU e, como futuras pedagogas, agiríamos dessa maneira:
1.      Dialogaríamos com os pais para saber como é o contexto da família;
2.      Questionaríamos que orientação eles os pais estão tendo com a criança;
3.      Questionaríamos também, se a criança só faz isso na frente das visitas;
4.      Diante das informações colhidas no diálogo  com os pais conversaríamos com a criança.

Pois é concluímos que essa criança quer chamar atenção, por isso se comportava dessa maneira. Também procurávamos saber o porquê dela querer chamar atenção.
Essa foi a nossa aula foi muito divertida e nós interagimos muito bem vejam algumas fotos da nossa aula:








Homofobia

Educação e Sexualidade


Aula do dia 06/12/2013


Na aula de hoje deu-se início com um slide abordando a questão do: O reconhecimento da diversidade sexual e o enfrentamento à homofobia  como políticas públicas de educação. Esse vídeo que foi exposto para nós em sala de aula é da (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade).

Homofobia- Um conjunto de emoções negativas ou seja, aversão, desprezo, ódio, desconfiança, desconforto e/ou medo. Preconceito, discriminação, e violência contra pessoas LGBTT são aqueles/as que não se enquadram na sequência sexo-gênero-sexualidade.
Porém existem:


  • Normas de Gênero   ----------       Heterocentrismo;
  •  Homonegatividade   ________      Homopreconceito;
  • Heterossexismo        ________      Heteronormatividade.                                                                                                                                                                                                                           No Brasil desde 1963 a 2001 as pessoas LGBTT mais de 2.092 morrem assassinadas a média brasileira é um homicídio homofóbico a cada 3 dias. Existem índices alarmantes de suicídio entre EUA, Canadá e França no EUA e Canadá homossexuais têm de 4 a 7 vezes mais riscos de se suicidarem do que seus coetâneos heterossexuais.

 E como a homofobia é vista na escola?

A escola não pode reproduzir ou ampliar situações   de desemparo e hostilidade a que muitos/as jovens estão submetidos/as na sociedade em geral e em seus ambientes familiares. Entretanto, a homofobia é consentida e ensinada nas escolas inclusive a partir dos professores, pois muitos discriminam pessoas que gostam do mesmo sexo. Quase 60% dos professores acreditam que é inadmissível um homossexual ter uma relação normal.

A rotina dessas pessoas que são LGBTT é viver com ameaças, humilhações, intimidações, marginalização e exclusão. E é nas paradas gays como é chamada que as pessoas LGBTT se manifestam com desabafos explanado a vivência de preconceito, discriminação que são vítimas de agressão física e etc. A homofobia na escola em relação a LGBTT afeta o bem-estar subjetivo de escolher a forma de expressar os sentimentos ou seja, enseja uma visibilidade distorcida.
Na escola, todos/as educam mas não educam sexualmente diversificando os gêneros em todas as matérias e em cada atividade. A escola deve estar preparada para interagir e agir a respeito da sexualidade pois em sua maioria são omissas quando se trata a respeito da sexualidade a homofobia deseduca prejudica a formação de todos os indivíduos.
E há uma garantia legal para isso na Constituição Federal (1988)_ LDB (1996)_Art.3º_ Parâmetros Curriculares Nacionais (1996) vol.10 -Pluralidade Cultural e Orientação Sexual.
A escola pode deixar de ser um ambiente de opressão sexista e homofóbica e tornar-se um ambiente seguro, livre e educativo para todos os indivíduos.